Manutenção de PCs: desmistificando a BIOS

Excelente matéria do  Site:

Nunca fuçou em uma BIOS antes? Então está na hora de conferir o que há dentro de uma e de regular todas as suas opções. Não tenha medo e siga as nossas dicas!

Nós já trouxemos a vocês os artigos “O que é BIOS?” e "Conheça como é uma placa-mãe sem medo", nos quais abordamos diretamente o que é famosa e misteriosa BIOS, que assusta os usuários mais leigos e ainda é motivo de frustração para alguns que já lidaram com ela e com componentes de computadores diversas vezes na vida.

Como já mostramos como ela é por fora e como ela opera em relação ao funcionamento do sistema e de sua inicialização, hoje abordaremos algumas das opções mais comuns entre os diversos modelos que circulam pelo mercado, como, por exemplo, os ajustes de discos e componentes na inicialização, clock de processadores e memória (frequência defuncionamento) , chipsets integrados e até mesmo a ordem de boot (que é dúvida para muitos ainda).

Dizemos “os principais” porque existem diversos modelos no mercado e cada qual possui suas próprias características e menus, mas todas compartilham algumas opções e finalidades. Para este artigo foi utilizada como referência a BIOS da placa mãe ASUS P5W DH – Deluxe (sem atualizações), da American Megatrends.

Placa mãe utilizada

Recomendamos também que você, usuário, tenha muita atenção ao ler cada opção e tela, pois algumas delas podem impedir a inicialização do sistema ou até mesmo levar o seu processador à morte! Vamos lá!

Acessando a BIOS

A BIOS é acessível apenas nos instantes anteriores ao carregamento do sistema, o que significa que você precisa ficar ligado para pressionar o botão a tempo. A tecla de acesso varia de acordo com a versão e fabricante da BIOS, mas em geral são escolhidas:

•    DEL (Delete).
•    F2.
•    F12.

Para descobrir qual corresponde à sua, basta ficar de olho na mensagem mostrada logo na entrada, que contém também os comandos de depuração e de configuração de inicialização. Já dentro dela, os comandos para navegação são as setas direcionais, a tecla Enter para confirmação do campo, Esc para voltar, F1 para ajuda e F10 para salvar as modificações e sair. Novamente, consulte os comandos mostrados pela sua versão para ter certeza de que tudo está de acordo.

Dentro da Bios

Primeiro contato com a guia principal

É na primeira tela (dentro da guia Main, Principal) que ficam os ajustes básicos de hora e data, idioma de exibição e dos dispositivos de hardware, como os discos rígidos (tanto IDE quanto SATA), leitores de mídia e drives de disquete. Por aqui é conferido se o computador reconheceu o disco que você acabou de instalar. Confira a visão geral abaixo:

Tela principal da BIOS

Vale ressaltar que a hora e data podem ser ajustadas manualmente, bastando apenas entrar no campo com a tecla Enter e editá-las manualmente. Já os itens de hardware revelam outra tela com mais informações sobre eles quando acessados. Novamente, é possível desativá-los por completo (para que o sistema os ignore), configurar para detecção automática a cada inicialização ou ainda atribuir um status manualmente (como CD-ROM) para a entrada.

Este último método manual é útil para que o seu sistema não perca mais tempo durante a inicialização para localizar novamente os dispositivos que já estão instalados. Por outro lado, no modo automático você pode trocar de componentes ou ainda mudar a posição dos já existentes sem ter que se preocupar em refazer o arranjo dos itens.

Outra opção importante da guia principal é a IDE Configuration, ou configuração IDE. Aqui são definidos os tempos de espera do sistema para a detecção de dispositivos e o modo de operação dos discos rígidos. Quem utiliza sistemas anteriores ao Windows XP geralmente precisa mudar do Enhanced Mode para o Compatibility Mode, ou modo de compatibilidade em português.

Configurações de dispositivos IDE

Seguindo para a parte de baixo da tela, temos a opção System Information: pense nela como uma exibição dos dados do computador mais completa do que a vista pelo sistema (nas propriedades do Meu Computador), já que ela traz para você o tipo e modelo de processador (com a contagem de núcleos para os com dois ou mais) e também a memória total da máquina, seguida da quantia livre e da já ocupada por outros dispositivos, como placas de vídeo onboard por exemplo.

Guia Advanced

Ajustes Avançados de portas e dispositivos onboard

Seguindo adiante com a nossa descrição da BIOS, temos a guia Advanced. Note que a sua placa pode utilizar um termo diferente ou não ter algumas das opções demonstradas a seguir, já que elas dependem da presença de componentes onboard em sua grande maioria.

A primeira opção (retratada na imagem abaixo) serve para que os usuários mais avançados ajustem as configurações de alimentação e de velocidade do processador (para que a reduzam ou façam o famoso Overclock). Não recomendamos que você altere nada aqui, a menos que realmente saiba o que está fazendo.

Configurações de velocidade do processador

USB Configuration, por sua vez, leva o usuário aos ajustes das portas USB, envolvendo a quantidade delas que ficará ativa, o suporte para dispositivos mais antigos, o modo de funcionamento (para os padrões 2.0) e o máximo de velocidade permitida, entre os modos HiSpeed — que é geralmente padrão — e FullSpeed, que permite velocidades muito mais altas com dispositivos compatíveis.

Tela de configuração das portas USB

Retornando à tela principal da guia Advanced, temos ainda as configurações de processador — que revela dados de memória cache, virtualização e controles de temperatura, além de outras tecnologias individuais para cada processador e fabricante. Já PCI/Pnp se refere aos componentes Plug and Play e seu devido reconhecimento, sendo escolhido se será a BIOS ou o sistema operacional o encarregado pela detecção (procure deixar tudo como está, a menos que tenha problemas).

Mas a mais importante das opções aqui é a Onboard Devices Configuration. Nela você tem acesso a todos os componentes que estão integrados à placa mãe, tais como as placas de rede, de vídeo e de som, controladores 1394, SATA, PATA e portas seriais. Todos estes elementos podem ser ativados ou desativados de acordo com sua necessidade. Lembre-se que estas mudanças não são de forma alguma permanentes, bastando retornar a BIOS para as configurações padrão em caso de falhas.

Configurações de áudio

Os controladores de áudio geralmente possuem configurações de acordo com o sistema operacional (modos exclusivos para o Windows Vista) e com os painéis frontais, para áudio de alta definição. Caso seja instalada uma placa separada, é uma boa desligar a integrada para evitar conflitos e travas de sistema.

Guia Power

Energia para seus componentes!

Agora que você já ajustou direitinho todos os seus componentes onboard, é hora de verificarmos as configurações básicas de energia. Algumas das opções desta guia envolvem o método de hibernação (um que economiza mais e outro que faz a máquina voltar mais rápido) e por quais dispositivos o computador deve ser ligado (como teclado, modems externos, mouse e dispositivos PCI). Algumas placas podem até mesmo ser configuradas de modo a ligarem novamente em caso de queda de energia, assim que a distribuição for restabelecida.

Tela de gerenciamento de energia

Outra ferramenta frequentemente disponível pela guia de energia é a de monitoramento, que controla e mostra em tempo real dados como temperatura do processador, placa mãe e memória, tensão recebida nos componentes (útil para identificar problemas na rede elétrica) e velocidade de funcionamento das ventoinhas ligadas na placa e não no gabinete.

Guia Boot

Definindo a ordem da inicialização

Quem nunca passou por mensagens do tipo “Erro ao ler dispositivo”, “Erro de disco”, ou ainda por vezes em que o disco de instalação do Windows é colocado no drive e o computador não lê, passando batido para o sistema e impedindo você de consertar o sistema? O que ocorre é que os dispositivos não estão na ordem correta, mas a solução é simples e está aqui nesta guia.

Prioridade de dispositivos

Entrando nela, você define a prioridade entre seus discos rígidos, drives de CD/DVD e dispositivos removíveis. Para evitar dores de cabeça e erros, recomendamos que você deixe a leitura na seguinte ordem:

•    Drive leitor de CD/DVD.
•    Disco rígido com o sistema operacional primário.
•    Disco rígido com o sistema operacional secundário ou com dados (caso exista).
•    Outros dispositivos.

Assim a cada vez em que for ligado o seu computador procurará por discos de instalação, depois (caso não encontre) pulará direto para a inicialização do sistema operacional padrão. Outra coisa: em algumas BIOS, assim como na que está sendo utilizada, você define a ordem dos tipos de dispositivos e depois — em outra opção — a ordem do grupo, como qual disco rígido será lido primeiro dentre todos os presentes no computador, por exemplo.

Ajustess

Agora que você já sabe como configurar a inicialização, vamos para a opção Boot Settings Configuration. Nela você ativa ou desativa funções como a imagem que é mostrada quando o computador é ligado, bem como suporte para mouse e também os avisos para erros de leitura do teclado. Recomendamos que as configurações padrão sejam mantidas para que você perceba quando qualquer erro acontece.

Algumas BIOS ainda oferecem mais uma opção de segurança. Por ela o usuário pode atribuir uma senha de acesso para o computador, independente de sistema operacional, o que significa que a máquina só poderá ser iniciada com ela. Muita atenção: não há como recuperá-la em caso de perda. A melhor solução é retirar a bateria (da placa mãe) por alguns instantes, mas não recomendamos, pois todas as configurações serão perdidas junto.

Configuração de senha

Guia Exit

Finalizando e salvando as modificações

Que trabalheira não? Depois de fuçar em tudo, a última coisa que você quer é perder tudo, portanto muito cuidado ao sair da BIOS. Para salvar adequadamente as alterações, selecione a opção Exit & Save Changes, como mostrado abaixo:

Salvando as configurações

As demais opções desta tela servem para descartar e sair da tela, apenas descartar as alterações ou ainda carregar as configurações de fábrica (o que é muito útil caso algo dê errado).

Não tenha medo de explorar as telas e de se informar, afinal a BIOS também é parte de seu computador e você deve conhecê-la para tirar o máximo proveito dos recursos da máquina. Até a próxima!

Fonte: http://www.baixaki.com.br/info/2479-Manutencao-de-PCs-desmistificando-a-BIOS.htm
Sexta-Feira 24 de Julho de 2009

Anúncios
Categorias:Dicas, Segurança, Soluções

Caixa de placa-mãe da ASUS vai servir como case de computador

 

A ASUS poderá ganhar alguns pontinhos com o Greenpeace assim que começar a vender o seu novo modelo de placa-mãe mini ATX apresentada hoje durante o CEBIT, na Alemanha. A placa-mãe em si não tem nada de mais, ela não transforma gás-carbônico em oxigênio ainda (embora não seja uma má ideia), mas a caixa em que ela é vendida pode ser reutilizada e isso garante ao menos um rápido sorriso na face dos loucos por reciclagem.
image

Provavelmente qualquer caixa de papelão em que placas-mães são vendidas hoje em dia podem ser recortadas, moldadas e montadas para servir como uma case de computador. Mas a caixa criada pela ASUS é a primeira que tem esse propósito em mente, com partes já vincadas e perfuradas para receber a placa-mãe que vem dentro dela e abrigá-la junto com os demais componentes.

Segundo a empresa, esse modelo de placa-mãe e caixa vai servir mais para aqueles apressados que querem montar e ligar o seu computador o mais rápido possível, se preocupando depois em procurar uma case compatível. Ainda não sabemos qual o modelo de placa-mãe será vendido com essa caixa, mas a empresa garante que em junho desse ano ela estará disponível no mercado.

 

tecnoblog.net

Alemanha inaugura a maior feira de informática do mundo

 

 

 Visitante observa uma das instalações em exposição na feira de informática

Visitante observa uma das instalações em exposição na feira de informática

A maior feira informática do mundo começa nesta terça-feira na Alemanha, em meio a inquietações sobre questões de segurança e confidencial idade no setor, depois do "desaparecimento" de 150.000 contas do e-mail do Google.
O salão Cebit de Hanover aborda nesta semana o "cloud computing" ou "computação em nuvem", sem responder a todas as perguntas feitas sobre confidencialidade levantadas por essa tecnologia dominada pelas empresas americanas.
Com efeito, no início desta grande feira alemã realizada sob o slogan "viver e trabalhar nas nuvens", o Google acaba de ilustrar os riscos vinculados a essa tecnologia.
O grupo americano reconheceu problemas que afetaram o e-mail de 150.000 pessoas em todo o mundo, que perderam suas contas talvez para sempre.
Apesar de o incidente ser pequeno na escala do gigante da Internet, já que afeta apenas 0,08% de suas contas de e-mail, "é a primeira vez que isso ocorre com essa magnitude", declarou à AFP Carlo Velten, do gabinete da assessoria Experton.
Todo internauta que utiliza uma conta de e-mail recorre ao "cloud computing".
"A maioria dos consumidores fazem ‘cloud computing’ sem saber", explica à AFP August-Wilhelm Scheer, presidente da federação tecnológica alemã Bitkom. Isso ocorre quando publicam fotos de suas férias via rede social Facebook, quando jogam on-line ou quando se inscrevem em um site de encontros.
Para isso, utilizam programas que não estão no disco rígido do computador, mas em uma "nuvem" de servidores dispostos em todo o mundo e acessíveis pela Internet, de forma gratuita ou mediante remuneração.
Os dados são acessíveis em qualquer lugar e, para as empresas, esse sistema é menos oneroso que criar um servidor ou comprar licenças de programas informáticos.
Bitkom calcula que na Alemanha o volume de negócios do "cloud computing" ultrapassará os 1,1 bilhão de euros em 2010, chegando em 8,2 bilhões em 2015.
Essa expansão suscita uma certa desconfiança, particularmente na Alemanha, país muito preocupado com a confidencialidade, e que já obrigou o Google e o Facebook a serem mais exigentes no tratamento de dados privados.
A desconfiança aumenta com o fato de quase todas as empresas de "cloud computing", proprietários de servidores gigantestos, serem americanas: Amazon, Google e Microsoft dominam o mercado.
"Algumas empresas se recusam a utilizar servidores situados nos Estados Unidos, já que as leis do país contra o terrorismo permitem acessar dados privados", explica Carlo Velten.
Mas os americanos poderiam resolver o problema, criando um centro de dados na Europa. O especialista prevê também que "os países que têm as leis mais rígidas em matéria de proteção de dados serão os vitoriosos" da informática na "nuvem", e cita a Suíça, país muito atraente, segundo ele, para empresas que buscam segurança.
Scheer, por sua vez, relativiza os riscos vinculados à centralização de dados em servidores gigantescos.
"Podemos imaginar um atentado, ou um avião se chocando contra um servidor; Mas o mesmo pode ocorrer com as centrais elétricas, e nem por isso empresas do setor controem cada uma central diferente", explica.

band.com.br

Comparativo de Impressoras a Lazer Coloridas

Matéria do Olhar Digital

http://www.olhardigital.com.br/embed/16641

Neste mês, o Laboratório Digital analisou o desempenho de impressoras a laser coloridas para uso doméstico ou em pequenas empresas. Os equipamentos se destacam por serem mais rápidos do que os modelos jato de tinta e por utilizarem, em média, até dez vezes menos cartuchos, para imprimir o mesmo número de páginas.

Outra vantagem é que as laser também imprimem em papeis de maior gramatura, como os fotográficos, a um custo bem acessível. O resultado são fotos com ótima qualidade e cores vibrantes. E tem mais: esse tipo de impressora geralmente já vem conexão de rede de fábrica, inclusive algumas sem fio.

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS
Testamos três das mais novas impressoras do mercado, a LaserjetPro Color CP1525nw, da HP; a CLP-325W, da Samsung; e a Phaser 6140, da Xerox. O primeiro detalhe é que elas ainda são bem pesadas. A mais leve, da Samsung, tem 11 kg, enquanto as demais pesam mais de 18 kg.

Esses modelos também são maiores do que as impressoras jato de tinta tradicionais, sendo que o modelo da Xerox tem quase o dobro da altura das demais.

INSTALAÇÃO
O processo de instalação é bem simples, basta seguir o passo a passo dos CDs, inclusive para a conexão em rede. Fica apenas uma dica: se você tem mais de um computador, instale os drivers em todos eles. Nesse quesito, HP e Samsung levam a melhor, uma vez que elas já vêm prontas para redes sem fio.

A Xerox, por sua vez, precisa de um acessório, comprado a parte. Outro ponto fraco do mesmo modelo é que no CD de instalação não existe o driver para o Windows 7, o que exige fazer o download da nova versão.

 

VELOCIDADE E QUALIDADE

Se a impressora da Xerox peca pelo tamanho, ganha na velocidade. Ela imprime 18 páginas por minuto (ppm) no modo colorido e 20 ppm no monocromático, contra, respectivamente, 8 ppm e 12 ppm da HP. Já a Samsung é a mais lenta no modo colorido, com apenas 4 ppm, mas tem desempenho melhor no preto e branco, com 16 ppm.

Em relação à qualidade, avaliamos imagens coloridas e padrões monocromáticos impressos em papel fotográfico. Quem obteve os melhores resultados foi a HP, seguida pela Xerox e, por último, a Samsung.

CUSTO POR PÁGINA
Esse é um item super importante. Isso porque um toner ou um cartucho de tinta pode custar tanto quanto a própria impressora, ou até mais. Nos nossos testes, a HP registrou o menor custo: R$ 0,33 por página colorida impressa. Em segundo lugar ficou a Xerox, com R$ 0,49, e a Samsung apareceu com o mais cara, com R$ 0,54.

PREÇO
No caso das impressoras a laser, o barato, realmente sai mais caro. Alguns cartuchos de toner que acompanham uma impressora nova vêm com capacidade reduzida. Isso aconteceu no caso da Samsung e da Xerox.

Assim, a impressora da Samsung custa R$ 650 e é R$ 200 mais barata do que a HP, que sai por R$ 850,00. Esta última, por sua vez, vem com autonomia para imprimir praticamente o dobro de páginas. Ou seja, seria preciso adquirir um conjunto completo de toner para a Samsung ter a mesma capacidade da HP, o que significa um acréscimo de R$ 672 na conta.

No final, a vantagem que era de R$ 200, vira uma desvantagem de aproximadamente R$ 470 para quem optar pela Samsung, em vez da HP.
Já quanto à Xerox, o preço praticado é o mesmo da Samsung, mas o modelo tem uma autonomia um pouco superior, mas ainda bem abaixo da autonomia da HP.

CONCLUSÃO
A escolha do Olhar Digital é a LaserjetPro Color CP1525nw, da HP. Ela apresentou o melhor preço, o melhor custo por página e a melhor qualidade de impressão. Além disso, a HP também se lembrou do consumidor num detalhe que até pode parecer bobo: ela incluiu o cabo USB. Já que é frustrante a experiência de chegar em casa, querer usar a impressora e só então perceber que esqueceu de comprar o cabo.

A Xerox, por sua vez, é a opção para quem precisa de velocidade e não se incomoda com tamanho. Enquanto a Samsung é exatamente o oposto, sendo mais compacta, porém mais lenta em impressão colorida.

Categorias:Dicas, Soluções, Variedades

Acontece…

fevereiro 27, 2011 Deixe um comentário
Categorias:Variedades, Videos

Como funciona o imposto em compras internacionais no Brasil?

fevereiro 24, 2011 Deixe um comentário

 

Entenda quais são os impostos que você paga e quais são as justificativas para que existam tributações nas compras internacionais.

Superphones, tablets com processadores potentes e computadores com configurações de primeira linha. Os consumidores que estão acostumados a acompanhar os últimos lançamentos do mundo tecnológico no Baixaki, muitas vezes ficam desapontados por descobrirem que um determinado produto não será vendido no Brasil ou sequer tem previsão de chegar ao país.

A solução encontrada por muitos é recorrer às lojas internacionais que trabalham com entrega de produtos no Brasil. Embora os preços em dólar ou euro, somados com valores altos de frete, muitas vezes fiquem ainda abaixo dos praticados por muitos produtos vendidos por aqui, existe a probabilidade de sua compra ser tributada atendendo a um decreto do Ministério da Fazenda.

Contudo, muitos usuários, temerosos de pagar um valor que não sabem ao certo qual é sobre uma mercadoria, muitas vezes deixam de fazer as suas compras no exterior.

Embora exista a possibilidade de o produto entrar no país sem que você pague a tributação, entender quais são os impostos que incidem sobre as mercadorias é uma maneira de tornar sua compra mais segura, resultando num valor final que esteja dentro dos seu orçamento.

 

Por que pagamos impostos sobre importação?

Antes que você imagine que pagar tributação sobre um produto importado é algo injusto, é importante analisar por qual razão impostos como esse existem. Basicamente, os impostos que incidem sobre as operações de importação visam proteger o mercado interno brasileiro.

Por exemplo, suponha que você queira comprar um aparelho de celular nos Estados Unidos. Embora o modelo específico recém-lançado por lá ainda não exista aqui, existem modelos similares, com menos recursos, mas que se enquadram na categoria celular, fabricados no Brasil.

Assim, caso todo mundo optasse por comprar apenas no exterior, os produtos brasileiros seriam deixados de lado, gerando prejuízos para os fabricantes nacionais, desaquecimento no mercado interno e, consequentemente, aumento no desemprego. Para que isso não ocorra, ou ao menos possa ser minimizado, o governo regula essas transações tributando os produtos.

Sobre cada categoria de produto incidem impostos distintos. Os mais comuns, no caso das compras pela internet, são o II (Imposto de Importação), IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

Entendendo o Regime de Tributação Simplificado

O sistema de tributação nas importações é regulado pelo RTS (Regime de Tributação Simplificada). Graças a esse Decreto-Lei (n° 1804/80), ao fazer compras no exterior cujo valor seja inferior a US$ 500, é aplicado sobre o produto uma alíquota única sobre a mercadoria.

Na prática, o que isso significa? Simples. Some o valor do produto que você comprou com o valor do frete. O percentual da tributação sobre a encomenda é de 60%. Um exemplo: um celular que custe US$ 250 e tenha mais US$ 50 de frete, pode ser tributado em até US$ 180. Todo esse percentual é destinado ao governo federal.

Além disso, alguns estados cobram ICMS sobre a mercadoria. O percentual é variável, indo mesmo da isenção até tarifas de 10% sobre o valor total já com impostos. Voltando ao nosso exemplo: o celular de US$ 250, com frete de US$ 50 e tributação de US$ 180, totalizando US$ 480, se comprado em um estado como a Bahia, que tem uma alíquota de 10% de ICMS, pode chegar a US$ 524.

Algumas mercadorias, contudo, são isentas de tributação: livros, jornais e periódicos, de acordo com o artigo 150 da Constituição Federal, e encomendas enviadas de pessoa física para pessoa física e com valor declarado inferior a US$ 50 não pagam a alíquota de 60%.

É possível escapar da tributação?

Em tese, nenhum produto que se enquadrasse nas características citadas acima deveria escapar da tributação. Entretanto, você já deve conhecer casos de pessoas que compraram pela internet produtos de alto valor e não foram tributadas. Da mesma forma, usuários com compras de preço baixos muitas vezes acabam pagando a tributação, como previsto em lei.

Isso acontece pela seguinte razão: atualmente, o volume de importações realizadas pelos brasileiros é enorme, muito maior do que o número de fiscais disponíveis para avaliar cada uma das encomendas recebidas. Assim, a solução encontrada para que os produtos não se acumulassem nos depósitos da Receita Federal foi a de realizar o processo por amostragem.

Ou seja, de cada grupo de produtos, apenas alguns são analisados e, consequentemente, tributados. Assim, ao menos nesse caso, a sorte pode estar ao seu lado e a sua mercadoria pode chegar a suas mãos sem que seja preciso pagar algum tipo de tributação. Considere como uma bonificação ou uma espécie de desconto do seu orçamento original.

Entretanto, caso sua encomenda seja pega em uma situação como essa, a mercadoria, em vez de ir para a sua casa, irá para a agência dos Correios mais próxima à sua residência. Você receberá uma correspondência informando da tributação e deverá pagá-la, direto nos Correios, para poder retirar seu material.

Conferindo o valor do tributo

Caso o seu produto seja tributado é preciso ficar atento ao valor do imposto a ser pago. A tributação pode ocorrer de duas formas distintas. A mais comum delas é quando a fiscalização se baseia no valor declarado do produto, constante na nota fiscal ou na documentação anexa. Nesse caso o imposto é cobrado sobre o valor declarado.

Contudo, pode ocorrer de o fiscal que analisa a sua mercadoria não concordar com o valor descrito na encomenda. Em casos como esses, ele é autorizado a abrir a sua encomenda e atribuir um novo valor a ela. Sobre esse novo valor é que será calculada a alíquota.

Assim, ao chegar a uma agência do Correio, verifique o valor sobre o qual você está pagando a alíquota. Caso você não concorde, é possível recorrer e pedir revisão dos valores. O mais comum é que, caso você prove o valor da compra, a alíquota cobrada incida mesmo sobre o valor original do produto.

A mesma lógica serve para desmistificar uma característica que se tornou comum entre os importadores ou aqueles que recebem muitas mercadorias do exterior. Muitos afirmam que, caso você declare o produto como gift (presente) essa alíquota acaba não sendo cobrada pela fiscalização. Essa informação não procede.

Caso o fiscal julgue necessário, ele poderá abrir a sua encomenda declarada como gift e atribuir um valor à mercadoria. Da mesma forma, para retirá-la dos Correios você precisará pagar a alíquota ou recorrer. Independente do valor final atribuído, no final das contas, você acabará tendo o produto tributado.

A carga tributária é alta. Vale a pena importar?

A carga tributária que incide sobre os produtos importados pelos brasileiros é alta. Reformas tributárias vêm sendo discutidas há muito tempo no Congresso Nacional e no Senado, mas é pouco provável que tenhamos mudanças significativas nesse cenário ao menos em 2011.

Porém, ainda assim, em muitos casos é válido importar produtos para o Brasil. O primeiro aspecto que você deve levar em consideração é a disponibilidade da mercadoria em questão por aqui. Caso exista um similar nacional, se colocarmos as alíquotas tributárias em um comparativo, é provável que a diferença de preços entre eles seja pouco significativa.

Todavia, produtos que não disponham de concorrentes ou modelos idênticos por aqui, podem opções interessantes de importação. Discos de Blu-ray, aparelhos eletrônicos, itens de coleção e outras mercadorias de produção limitada ou não fabricadas no país são objetos a serem considerados para compra no exterior.

Impostos sobre eletrônicos

Em recente entrevista na Campus Party Brasil 2011, o Ministro das Comunicações Paulo Bernardo declarou que estuda a possibilidade de diminuir a carga tributária sobre os tablets no Brasil. As mudanças na classificação do produto poderiam reduzir em até 30% os preços. Da mesma forma, o projeto Jogo Justo luta pela reclassificação dos games no Brasil, fato que também reduziria os preços praticados no país.

Cada produto tem as suas características específicas e, por isso, cada caso deve ser analisado em separado. O Baixaki já abordou como funcionam os impostos de eletroeletrônicos no Brasil neste artigo e, se você quiser se aprofundar no tema, vale a pena a leitura.

Entretanto, vale lembrar que mesmo aspectos técnicos de tributação ainda suscitam dúvidas entre fiscais, consumidores e juristas. Por isso, o melhor conselho é, antes de efetuar uma compra, fazer o cálculo dos possíveis impostos incidentes sobre o valor máximo possível. Se, ainda assim, a compra valer a pena ou justificar a necessidade, siga em frente sem medo.

Você costuma fazer compras internacionais pela internet com frequência? Já enfrentou algum problema relacionado com a tributação de mercadorias? Participe deixando seus comentários sobre as suas experiências em importações.

Leia mais no Baixaki: http://www.baixaki.com.br/tecnologia/8776-como-funciona-o-imposto-em-compras-internacionais-no-brasil-.htm#ixzz1EvqVmFvS

Categorias:Tutoriais, Variedades

Desativar tela de abertura nos PortableApps

fevereiro 24, 2011 1 comentário

Como desativar tela de abertura nos aplicativos portáteis.

Aplicativos Portáteis (ou PortableApps) são programas de computador que rodam diretamente do pendrive, em diversos computadores diferentes, sem perder as configurações, sem necessidade de instalação e sem afetar em nada a instalação do Windows.

Os mais conhecidos são fornecidos gratuitamente pelo site PortableApps. Estes tem uma tela de abertura, que algumas pessoas (eu incluso) podem achar um pouco inconveniente. Esta tela (também conhecida por Splash Screen) é o que diferencia, pelo menos aparentemente, os aplicativos portáteis, dos aplicativos instalados da maneira tradicional.
Quando possível, eu prefiro rodar aplicativos portáteis ao invés de instalá-los no meu computador. É ótimo para testar novos programas até ter certeza se vale a pena utilizá-los, para facilitar rotinas de backup, migrações entre computadores, entre vários outros motivos.
Se você também adora os aplicativos portáteis , mas não gosta daquela tela de abertura chata, seus problemas acabaram. Pois você pode desabilitar a SplashScreen dos PortableApps e viver feliz para sempre!
Para desativar a exibição da tela de abertura nos aplicativos portáteis, faça o seguinte: Depois do aplicativo instalado, navegue até a pasta \Portable\Other\Source e localize o arquivo que tem exatamente o mesmo nome do arquivo executável do aplicativo portátil, porém com a extensão .INI. Ex: Notepad++Portable.ini:

Disable PortableApps Splash Screen
Localize o arquivo equivalente no seu aplicativo portátil.

Abra o arquivo equivalente do seu aplicativo portátil no bloco de notas, localize a seguinte linha e altere conforme o exemplo abaixo:

DisableSplashScreen=true

Depois de salvar as alterações feitas no arquivo .INI, copie-o para a raiz do aplicativo portátil, junto ao executável principal e está pronto!

Disable PortableApps Splash Screen
Salve uma cópia do arquivo de configuração junto ao executável.

Agora, a tela de abertura não será mais exibida ao abrir o aplicativo, seja diretamente do pendrive, ou copiado para alguma pasta no HD do próprio computador…

Leia mais: Compulsivo

Categorias:Dicas, Soluções, Variedades