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Archive for the ‘Segurança’ Category

Site analisa se sua conta de e-mail já foi invadida

 

 

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Should I Change my Password é um  serviço online feito para analisar se sua conta de e-mail foi hackeada. O software contém um enorme banco de dados, o qual usa como base as informações liberadas por hackers.

A interface é muito simples,  a única tarefa consiste em escrever o endereço de e-mail no campo de buscas do serviço. O resultado é exibido abaixo da caixa de texto.

Categorias:Dicas, Novidades, Segurança

Manutenção de PCs: desmistificando a BIOS

Excelente matéria do  Site:

Nunca fuçou em uma BIOS antes? Então está na hora de conferir o que há dentro de uma e de regular todas as suas opções. Não tenha medo e siga as nossas dicas!

Nós já trouxemos a vocês os artigos “O que é BIOS?” e "Conheça como é uma placa-mãe sem medo", nos quais abordamos diretamente o que é famosa e misteriosa BIOS, que assusta os usuários mais leigos e ainda é motivo de frustração para alguns que já lidaram com ela e com componentes de computadores diversas vezes na vida.

Como já mostramos como ela é por fora e como ela opera em relação ao funcionamento do sistema e de sua inicialização, hoje abordaremos algumas das opções mais comuns entre os diversos modelos que circulam pelo mercado, como, por exemplo, os ajustes de discos e componentes na inicialização, clock de processadores e memória (frequência defuncionamento) , chipsets integrados e até mesmo a ordem de boot (que é dúvida para muitos ainda).

Dizemos “os principais” porque existem diversos modelos no mercado e cada qual possui suas próprias características e menus, mas todas compartilham algumas opções e finalidades. Para este artigo foi utilizada como referência a BIOS da placa mãe ASUS P5W DH – Deluxe (sem atualizações), da American Megatrends.

Placa mãe utilizada

Recomendamos também que você, usuário, tenha muita atenção ao ler cada opção e tela, pois algumas delas podem impedir a inicialização do sistema ou até mesmo levar o seu processador à morte! Vamos lá!

Acessando a BIOS

A BIOS é acessível apenas nos instantes anteriores ao carregamento do sistema, o que significa que você precisa ficar ligado para pressionar o botão a tempo. A tecla de acesso varia de acordo com a versão e fabricante da BIOS, mas em geral são escolhidas:

•    DEL (Delete).
•    F2.
•    F12.

Para descobrir qual corresponde à sua, basta ficar de olho na mensagem mostrada logo na entrada, que contém também os comandos de depuração e de configuração de inicialização. Já dentro dela, os comandos para navegação são as setas direcionais, a tecla Enter para confirmação do campo, Esc para voltar, F1 para ajuda e F10 para salvar as modificações e sair. Novamente, consulte os comandos mostrados pela sua versão para ter certeza de que tudo está de acordo.

Dentro da Bios

Primeiro contato com a guia principal

É na primeira tela (dentro da guia Main, Principal) que ficam os ajustes básicos de hora e data, idioma de exibição e dos dispositivos de hardware, como os discos rígidos (tanto IDE quanto SATA), leitores de mídia e drives de disquete. Por aqui é conferido se o computador reconheceu o disco que você acabou de instalar. Confira a visão geral abaixo:

Tela principal da BIOS

Vale ressaltar que a hora e data podem ser ajustadas manualmente, bastando apenas entrar no campo com a tecla Enter e editá-las manualmente. Já os itens de hardware revelam outra tela com mais informações sobre eles quando acessados. Novamente, é possível desativá-los por completo (para que o sistema os ignore), configurar para detecção automática a cada inicialização ou ainda atribuir um status manualmente (como CD-ROM) para a entrada.

Este último método manual é útil para que o seu sistema não perca mais tempo durante a inicialização para localizar novamente os dispositivos que já estão instalados. Por outro lado, no modo automático você pode trocar de componentes ou ainda mudar a posição dos já existentes sem ter que se preocupar em refazer o arranjo dos itens.

Outra opção importante da guia principal é a IDE Configuration, ou configuração IDE. Aqui são definidos os tempos de espera do sistema para a detecção de dispositivos e o modo de operação dos discos rígidos. Quem utiliza sistemas anteriores ao Windows XP geralmente precisa mudar do Enhanced Mode para o Compatibility Mode, ou modo de compatibilidade em português.

Configurações de dispositivos IDE

Seguindo para a parte de baixo da tela, temos a opção System Information: pense nela como uma exibição dos dados do computador mais completa do que a vista pelo sistema (nas propriedades do Meu Computador), já que ela traz para você o tipo e modelo de processador (com a contagem de núcleos para os com dois ou mais) e também a memória total da máquina, seguida da quantia livre e da já ocupada por outros dispositivos, como placas de vídeo onboard por exemplo.

Guia Advanced

Ajustes Avançados de portas e dispositivos onboard

Seguindo adiante com a nossa descrição da BIOS, temos a guia Advanced. Note que a sua placa pode utilizar um termo diferente ou não ter algumas das opções demonstradas a seguir, já que elas dependem da presença de componentes onboard em sua grande maioria.

A primeira opção (retratada na imagem abaixo) serve para que os usuários mais avançados ajustem as configurações de alimentação e de velocidade do processador (para que a reduzam ou façam o famoso Overclock). Não recomendamos que você altere nada aqui, a menos que realmente saiba o que está fazendo.

Configurações de velocidade do processador

USB Configuration, por sua vez, leva o usuário aos ajustes das portas USB, envolvendo a quantidade delas que ficará ativa, o suporte para dispositivos mais antigos, o modo de funcionamento (para os padrões 2.0) e o máximo de velocidade permitida, entre os modos HiSpeed — que é geralmente padrão — e FullSpeed, que permite velocidades muito mais altas com dispositivos compatíveis.

Tela de configuração das portas USB

Retornando à tela principal da guia Advanced, temos ainda as configurações de processador — que revela dados de memória cache, virtualização e controles de temperatura, além de outras tecnologias individuais para cada processador e fabricante. Já PCI/Pnp se refere aos componentes Plug and Play e seu devido reconhecimento, sendo escolhido se será a BIOS ou o sistema operacional o encarregado pela detecção (procure deixar tudo como está, a menos que tenha problemas).

Mas a mais importante das opções aqui é a Onboard Devices Configuration. Nela você tem acesso a todos os componentes que estão integrados à placa mãe, tais como as placas de rede, de vídeo e de som, controladores 1394, SATA, PATA e portas seriais. Todos estes elementos podem ser ativados ou desativados de acordo com sua necessidade. Lembre-se que estas mudanças não são de forma alguma permanentes, bastando retornar a BIOS para as configurações padrão em caso de falhas.

Configurações de áudio

Os controladores de áudio geralmente possuem configurações de acordo com o sistema operacional (modos exclusivos para o Windows Vista) e com os painéis frontais, para áudio de alta definição. Caso seja instalada uma placa separada, é uma boa desligar a integrada para evitar conflitos e travas de sistema.

Guia Power

Energia para seus componentes!

Agora que você já ajustou direitinho todos os seus componentes onboard, é hora de verificarmos as configurações básicas de energia. Algumas das opções desta guia envolvem o método de hibernação (um que economiza mais e outro que faz a máquina voltar mais rápido) e por quais dispositivos o computador deve ser ligado (como teclado, modems externos, mouse e dispositivos PCI). Algumas placas podem até mesmo ser configuradas de modo a ligarem novamente em caso de queda de energia, assim que a distribuição for restabelecida.

Tela de gerenciamento de energia

Outra ferramenta frequentemente disponível pela guia de energia é a de monitoramento, que controla e mostra em tempo real dados como temperatura do processador, placa mãe e memória, tensão recebida nos componentes (útil para identificar problemas na rede elétrica) e velocidade de funcionamento das ventoinhas ligadas na placa e não no gabinete.

Guia Boot

Definindo a ordem da inicialização

Quem nunca passou por mensagens do tipo “Erro ao ler dispositivo”, “Erro de disco”, ou ainda por vezes em que o disco de instalação do Windows é colocado no drive e o computador não lê, passando batido para o sistema e impedindo você de consertar o sistema? O que ocorre é que os dispositivos não estão na ordem correta, mas a solução é simples e está aqui nesta guia.

Prioridade de dispositivos

Entrando nela, você define a prioridade entre seus discos rígidos, drives de CD/DVD e dispositivos removíveis. Para evitar dores de cabeça e erros, recomendamos que você deixe a leitura na seguinte ordem:

•    Drive leitor de CD/DVD.
•    Disco rígido com o sistema operacional primário.
•    Disco rígido com o sistema operacional secundário ou com dados (caso exista).
•    Outros dispositivos.

Assim a cada vez em que for ligado o seu computador procurará por discos de instalação, depois (caso não encontre) pulará direto para a inicialização do sistema operacional padrão. Outra coisa: em algumas BIOS, assim como na que está sendo utilizada, você define a ordem dos tipos de dispositivos e depois — em outra opção — a ordem do grupo, como qual disco rígido será lido primeiro dentre todos os presentes no computador, por exemplo.

Ajustess

Agora que você já sabe como configurar a inicialização, vamos para a opção Boot Settings Configuration. Nela você ativa ou desativa funções como a imagem que é mostrada quando o computador é ligado, bem como suporte para mouse e também os avisos para erros de leitura do teclado. Recomendamos que as configurações padrão sejam mantidas para que você perceba quando qualquer erro acontece.

Algumas BIOS ainda oferecem mais uma opção de segurança. Por ela o usuário pode atribuir uma senha de acesso para o computador, independente de sistema operacional, o que significa que a máquina só poderá ser iniciada com ela. Muita atenção: não há como recuperá-la em caso de perda. A melhor solução é retirar a bateria (da placa mãe) por alguns instantes, mas não recomendamos, pois todas as configurações serão perdidas junto.

Configuração de senha

Guia Exit

Finalizando e salvando as modificações

Que trabalheira não? Depois de fuçar em tudo, a última coisa que você quer é perder tudo, portanto muito cuidado ao sair da BIOS. Para salvar adequadamente as alterações, selecione a opção Exit & Save Changes, como mostrado abaixo:

Salvando as configurações

As demais opções desta tela servem para descartar e sair da tela, apenas descartar as alterações ou ainda carregar as configurações de fábrica (o que é muito útil caso algo dê errado).

Não tenha medo de explorar as telas e de se informar, afinal a BIOS também é parte de seu computador e você deve conhecê-la para tirar o máximo proveito dos recursos da máquina. Até a próxima!

Fonte: http://www.baixaki.com.br/info/2479-Manutencao-de-PCs-desmistificando-a-BIOS.htm
Sexta-Feira 24 de Julho de 2009

Categorias:Dicas, Segurança, Soluções

AutoRun no Windows para dispositivos USB será desativado via atualização automática

fevereiro 12, 2011 Deixe um comentário

 

O AutoRun no Windows permite que um aplicativo seja executado ao inserir um CD, DVD ou um dispositivo de armazenamento USB, como um pendrive. Além da comodidade que isso traz para instaladores (especialmente considerando usuários finais, muitas vezes leigos) há um problema grave: segurança. Vários malwares ficam monitorando o uso de mídias removíveis, como pendrives e cartões de memória, e instalam um replicador nele. Ao ser plugado num outro computador com o AutoRun ativo, o comando seria executado e, dependendo das configurações, conseguiria infectar mais um PC.

Nas versões recentes do Windows essa política mudou bastante. Para começar, em vez de rodar o programa, aparece um aviso com várias opções, permitindo explorar a pasta – recurso bastante útil.

A MS havia divulgado informações sobre mudanças do AutoRun no Windows 7 e pouco depois portou o sistema para o Windows XP, Vista, Server 2003 e 2008. A atualização ficou disponível para download manual.

Agora anunciaram uma melhoria no projeto: a atualização será embutida no Windows Update, devendo chegar automaticamente para maioria dos usuários de Windows.

Essa mudança impede a execução automática de aplicativos apenas em unidades USB. Continua valendo para CDs/DVDs, o que não é um problema, visto que essas mídias são – quase sempre – somente leitura. De qualquer forma essa atualização é marcada como importante, porém não é considerada de segurança, visto que era um recurso – não uma brecha explorada.

Há mais informações sobre isso nessa página.

Fonte: hardware.com.br

SP1 do Windows 7 e Server 2008 R2 chega ao RTM

fevereiro 11, 2011 Deixe um comentário

 

A Microsoft anunciou oficialmente o RTM do SP1 do Windows 7 e Server 2008 R2. RTM (Release To Manufacturing) indica o estado final, onde o software passará a ser usado pelos integradores de computadores com Windows. O lançamento ao público em geral será no dia 22, e para os assinantes da TechNet e MSDN, dia 16.

No Windows 7 o SP1 não traz nada significante, ele será basicamente um conjunto das atualizações já lançadas, incluindo as que são publicadas no Windows Update.

Já no Windows Server 2008 R2, que mantém o mesmo kernel do 7, as coisas são mais interessantes: além das correções tradicionais há dois novos recursos. Dynamic Memory e Remote FX: eles melhoram a capacidade da plataforma de virtualização dela, o Hyper-V. Detalhes do Dynamic Memory foram publicados num post à parte, já que são bastante específicos. O RemoteFX permite virtualizar recursos da GPU, oferecendo aceleração gráfica para as máquinas virtuais e ultra-thin clients de baixo custo.

Para a maioria dos usuários de Windows 7 com atualização automática ativada, portanto, não vale a pena correr para baixar versões vazadas do SP1. Ele será útil nas novas instalações do 7, permitindo instalar de uma vez praticamente todas as atualizações lançadas até então.

Fonte: hardware.com.br

Porque o Windows dá tela azul?

novembro 17, 2010 Deixe um comentário

 

Esses dias surgiu um comentário no GdH de um cara falando que os problemas de tela azul provavelmente seriam culpa do Windows. Quem conhece o Windows um pouco mais a fundo sabe que não é bem por aí, e mesmo quem não conhece não é bonito sair falando mal das coisas sem saber.

O comentário surgiu quando comentei da “tela vermelha da morte” implementada no ReactOS, um projeto open source que tenta criar uma cópia livre do Windows:

http://www.guiadohardware.net/noticias/2010-10/reactos0312.html

…Há até uma “tela vermelha da morte” que ajuda a detectar e identificar erros de hardware, situações em que o sistema geralmente travaria sem dar um aviso (embora não esteja implementada para todos os casos). Aliás, vale a pena comentar, dá para dizer que 99% dos casos de tela azul no Windows são problemas de hardware (ou no driver, que tem ligação íntima com o hardware). Quando dá uma tela azul todo mundo mete o pau no sistema mas não pára pra pensar no motivo, que na maioria das vezes é causado por terceiros (fabricantes de hardware ou drivers, ou intempéries, como por exemplo o ato fictício de remover uma placa de expansão com o micro ligado).

Quando dá uma tela azul todo mundo xinga o Windows, e são famosas as piadinhas de tela azul dele em situações importantes. Para quem não sabe ou nunca viu, a “tela azul” que se fala é quando o Windows “trava” de forma que desliga o sistema e exibe uma tela de erro.

Veja algumas imagens (e algumas montagens, rs):
http://desciclo.pedia.ws/wiki/Tela_Azul_da_Morte

Isso era mais comum nas versões antigas, mas ainda pode acontecer. Independente das melhorias e do melhor controle de qualidade hoje (como a exigência de drivers assinados pela MS na versão de 64-bit) a tela azul ainda existe.

Ela apenas indica que ocorreu um erro grave. Só isso. O sistema é desligado para evitar danos piores, seja ao hardware ou principalmente, aos dados armazenados.

Quase sempre o sistema para numa tela azul por causa do hardware, por causa de alguma peça com problema ou simplesmente por uma falha de programação não esperada no driver – o driver é um software que controla o hardware, que permite que o sistema operacional possa “conversar” com o hardware.

Em alguns casos a tela azul pode acontecer de forma bastante clara: um pente de memória com defeito, um HD com problemas graves, ou se você decidir remover uma placa de expansão com o computador ligado – não faça isso 😛

Em outros casos, talvez a maioria deles, é uma falha no driver, no programa que faz a comunicação entre o sistema e o dispositivo físico. Pode ser uma função inadequada para a versão de Windows em uso (como ao forçar um driver de vídeo feito para Windows 2000 no Windows 7, ou o contrário). Pode ser uma falha de programação irreversível de algum fabricante mais vagabundo, que não executou testes suficientes. Pode ser simplesmente uma falha do “acaso”, em que o hardware físico se comportou de forma estranha, sei lá, digamos que uma sobrecarga de energia nos pentes de memória fez um deles retornar um bit errado e então o Windows não conseguiu entender e por isso se desligou.

No Windows XP, Vista, 7, etc, é comum o sistema ser reiniciado automaticamente no caso de um erro desses (embora o reinício automático também possa ser outra coisa, como resultado dos mecanismos do processador contra superaquecimento). Ele reinicia e algumas vezes exibe a tela azul por poucos segundos, salvando as informações do erro num arquivo especial. A reinicialização automática foi herdada do Windows NT, já que o 2000, XP, Vista, 7, etc são derivados do NT. O Windows 95, 98 e Me não tinham isso (normalmente apenas parava na tela azul), eles eram uma outro projeto, basicamente uma interface gráfica avançada que rodava sobre o MS-DOS.

No NT, voltado a servidores e workstations, reinicializar automaticamente era a melhor coisa a ser feita. Se o servidor tivesse um problema ele reiniciaria e (caso tudo mais estivesse OK) em poucos minutos estaria no ar novamente, sem que alguém precisasse detectar que ele foi desligado para ir lá ligar, o que poderia tomar horas em alguns casos, causando prejuízos enormes para o departamento em questão.

Já em desktops é fácil (e recomendável) desativar o reinício automático. Mas saiba que em casos muito graves o computador ainda vai reiniciar, então o melhor seria procurar a origem do problema e tentar resolvê-lo (seja aquecimento, algum driver ou dispositivo recém instalado, alguma placa recentemente trocada de slot…).

É possível causar a tela azul da morte via software também, mas não dá para dizer que foi erro “do Windows”. Uma vez usando um programa de terceiros para abrir o arquivo de imagem no DVD do Windows me veio a tela azul. Na hora soou como uma mensagem dizendo algo assim: “epa, aí não, não vai mexer no DVD do Windows não…” haha. Eu tentava adicionar arquivos na imagem do sistema que vem no DVD – claro, ela estava copiada no HD. Provavelmente ocorreu alguma falha grave no programa que tentava manipular as imagens. Como ele precisava de algum tipo de acesso especial, acabou prejudicando o sistema como um todo.

Em geral isso é raro acontecer. Nas versões atuais, principalmente, o Windows sabe se recuperar bem depois de alguns travamentos – seja em programas ou até mesmo em drivers. No Windows 7 é possível instalar um driver de vídeo sem reiniciar o sistema, assim como ele também se recupera em alguns casos de erro grave no driver de vídeo, quando ele para de funcionar. Nem sempre dá certo, depende do driver em questão, mas é uma evolução.

De qualquer forma, ao ver uma tela azul, não saia jogando a culpa no Windows diretamente. Entenda que ela é apenas um indicador de erro que quase sempre ocorre por algum programa de terceiro, pelo qual a Microsoft não tem responsabilidade (ou pelo menos, não tem tanta como muitos pensam num primeiro momento).

Para procurar mais sobre o assunto, pesquise por Blue Screen of Death ou BSOD, ou veja alguns exemplos na Wikipedia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/BSOD

Fonte:explorando

1 em cada 8 ataques de malwares é feito através da porta USB

novembro 5, 2010 Deixe um comentário

 

 

A Avast publicou uma postagem alertando aos usuários de PCs sobre o número crescente de ataques de malwares que se focam em dispositivos USB e no recurso "AutoRun" do Windows. Durante a última semana de outubro, a empresa de segurança registrou 700 mil ataques em computadores que enviaram voluntariamente os dados, e um de cada 8 (13,5%) veio através da porta USB.

O "AutoRun" ou "AutoExecutar" é uma ferramenta prática, mas é também uma forma muito comum de propagação de quase dois terços dos atuais malwares. Os desenvolvedores destes tipos de programas se aproveitam da inclinação natural das pessoas de compartilharem arquivos com familiares, amigos e colegas de trabalho através dos pendrives e outros dispositivos USB, já que este padrão oferece comodidade e praticidade em celulares, câmeras digitais, reprodutores de música, etc.

A empresa afirma ainda que seu software anti-vírus conseguiu combater 84% dos ataques relacionados ao AutoRun via USB, através da proteção residente, enquanto os 16% restantes foram detectados através de verificações completas. Contudo, a Avast lembra que a taxa de detecção pode cair conforme a capacidade do dispositivo a ser verificado aumente.

Para evitar este tipo de problema, os passos são os mesmos de sempre: desative o AutoRun, atualize sempre o anti-vírus, faça uma verificação no pendrive antes de abri-lo, e não ligue o PC com o pendrive espetado.

Fonte:guiadohardware.net

Categorias:Segurança, Soluções

Como desabilitar o autorun do Vista e XP

novembro 5, 2010 Deixe um comentário

 

Quase todos os PCs públicos (faculdade, lan house, trabalho) possuem algum tipo de vírus. Se  você utiliza algum e não quer infectar o seu computador , desabilite  a “reprodução automática” do seu Windows Vista e XP ( No Windows 7 não tem esse problema).

No Windows Vista, clique no Botão Iniciar > Painel de Controle > Hardwares e Sons. Em seguida, clique na opção “Reproduzir CDs ou outra mídia automaticamente” e desabilite a opção “Usar Reprodução Automática em todas as mídias e dispositivos”.

No Windows XP  clique no botão Iniciar > Executar > digite gpedit.msc. Na janela que abrir, vá em “Configurações do usuário” > “Modelos administrativos” > “Desabilitar auto-reprodução”, escolha a opção “Ativar” e selecione “todos os drives”.

Fonte:saibatudo.net

Categorias:Segurança, Soluções